Perspectivas 2010: cariocas podem ter um meio ambiente melhor*
Há um mês, às vésperas da Conferência de Copenhague, a Prefeitura do Rio de Janeiro assumiu o compromisso de enfrentar, aqui, o impacto do aquecimento global. Foi a primeira cidade brasileira a passar recibo, concretamente, de um drama mundial que, diagnosticado há quatro décadas, ainda desafia a inteligência e o bom senso da comunidade internacional.
O programa Rio Sustentável se propõe a reduzir em 8% até 2012 as emissões de poluentes em relação aos patamares de 2005. Até a Olimpíada de 2016, serão 16% de redução, chegando a 20% em 2020. O Rio Como Vamos é co-signatário deste compromisso, encarregado de monitorar o cumprimento das metas estabelecidas. Essas metas incluem o fechamento do aterro sanitário de Gramacho, em Duque de Caxias, o incentivo ao uso de energia limpa e as mudanças no sistema viário que substituirá parte dos ônibus a diesel por veículos movidos a biocombustível.
São boas notícias, são políticas que fazem sentido, há muito reivindicadas pelos ambientalistas. Mas nenhum programa governamental – e essas metas são de responsabilidade do poder público – será suficiente se não houver um envolvimento decisivo da sociedade carioca. Nenhum governo resolverá os problemas da cidade sem a participação ativa da população. Isso vale para todas as áreas da administração pública mas, sobretudo, para o que concerne ao meio ambiente.
Tomemos um exemplo: o ar poluído, carregado de CO2, agrava as doenças respiratórias. O Sistema de Indicadores do RCV (Rio Como Vamos), baseado em dados do SUS, mostra que a incidência de internações de crianças com infecção respiratória aguda, nos hospitais do Rio, é impressionante.
Ora, todos ajudamos a poluir o ar. O motor de um carro desregulado contribui para isto. Regule o motor de seu carro. Plante uma árvore, elas ajudam a filtrar o ar que respiramos. Não jogue detritos nas ruas e, em casa, separe o lixo para reciclagem. São gestos simples, que estão ao alcance de todos, que melhoram, e muito, a qualidade de vida na cidade.
Copenhague foi uma decepção. O que só aumenta o sentido de urgência e a importância da participação de cada um. Não dá para esperar mais quatro décadas até que os governos se ponham de acordo. É preciso entender, de uma vez por todas, que nada mudará sem que cada um chame a si a responsabilidade pela mudança.
Esse é o verdadeiro rosto da política contemporânea. Uma política enraizada no cotidiano. Esse é o rosto do Rio Como Vamos, que aposta na construção de uma cultura cidadã, que não dependa apenas de ações governamentais – ainda que as exija e as monitore. Uma cultura capaz, ela mesma, de produzir resultados no dia a dia.
A população carioca já entendeu a importância de cobrar das autoridades um governo com metas. Pouco a pouco, a sociedade começa a se tornar atenta à necessidade de monitorar o seu cumprimento. Resta agora interiorizar a convicção que cada gesto nosso, no cotidiano, nunca é inofensivo, é para o bem ou para o mal da cidade. Contribui ou inviabiliza o cumprimento dessas metas. E sempre será um gesto político.
* Texto publicado na seção Sociedade Aberta, do Jornal do Brasil Online, em 02/01/2010

Prezada Sra.
Sou Sandive Santana, crítico livre, embora me perceba detido em alguns assuntos específicos sobre os quais me debrucei em palestras, textos e livros embora não tenha editado quaisquer destes últimos.
Depois de assistir,
ocasionalmente, uma entrevista consigo no programa “Conexão Roberto D´Ávila”, me senti implelido á conhecer mais sobre o brilhantismo de sua intelectualidade. Fiquei impressionado e adotarei seu nome como referência ao recomendar um modelo de mulher a ser sedguido.
Longe de desejar ser indevidamente interpretado, gostaria que soubesse que em meu livre pensar, tenho a mulher como objeto de preopacução em meio a muitos outros temas e assuntos, sobre os quais escrevi em poucos papéis. Atualmente escrevo comentando no blog do Projeto Cultura Geral - Um diálogo com Contemporaneidade, promovido pelo Mosteiro de São Bento de São Paulo, dada a qualidade do que me permitem abordar.
Doravante e oportunamente procurarei conhecer mais sobre seu trabalho e confesso, me vali, deste blog, apenas para me apresentar.
Sem mais,
Sandive Santana
SOBRE A QUESTÃO AMBIENTAL.
Ao longo de muitos anos, venho presenciando o número de eventos tocantes a Meio Ambiente.
O mas recente aborda, com certa repetitividade, o tema da sustentabilidade, cujo saldo não vem sendo outro, senão o do aumento de incentivo á política para o desenvolvimento de ciência e tecnologia, nem sempre de ponta e sucessivos eventos que mais geram oportunidade de produção de bens e serviços que efetivamente respostas ás perguntas que lhe deram origem.
Rever em conferência científica, a variedade de conceitos que já circulam no planeta, sobre Meio Ambiante e sustentabilidade, seria prudente e já me parece recomendável, em face do quem, ás massas, estão dirigindo e com reservas, ao mudo acadêmico e ao que lhe sucede como formação de pesquisadores.
Rever as pautas de formação do professores ou gestores do saber, sobre este assunto, seria outro ponto importante, pois educação dita, ambiental é ação de cidadania, que, aliás, me parece mal entendida, quiçá mal vivida, devido a qualidade dos recursos humanos presentes nesta época, donde torna o problema de origem macro-cultural, se asim posso me expressar.
Todos têm direito á vida e por isso, cogitar de um ajustamento não da pedagogia em seus discurssos, muitos irreais, mas de uma andragogia mais atualizada, penso que ajudaria, se aplicada a educação ambiental como medida cidadã.
Outro ponto importante a se considerar deve ser uma revisão do que , em prol da uma cidadania mais qualificada, deva se entender por QUALIDADE DE VIDA, pois a mídia, veicula novidades e muitas, que no campo conceitual com vista a aplicação
são inúteis. Não caberia rever?
Bem,… Para o momento ficamos aqui.
Sandive Santana
é um ótimo artigo, eu sempre gosto de ler o que você encreve, no meu blog tambèm tem ums contéudos e umas notícias legais. abraços.http://notebooksacer.blogspot.com